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Régua para aferição dimensional

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O calibrador dimensional CNG é uma pequena régua calibrada produzida em aço podendo ser descontaminada em autoclave, especial para uso no meio bucal e no laboratório.
Esta régua foi desenvolvida para determinar o espaço real existente no caso de aplicação de um Attachment.

A utilização é muito simples!

Após a descontaminação, introduza a régua imediatamente após o dente que suportará o attachment com a parte reta voltada para a gengiva do paciente.
Conforme a régua se desloca para o interior da boca do paciente, em dado momento, um dos degraus tocará o antagonista.
Neste momento, faça a leitura do número correspondente ao degrau que toca o antagonista. A leitura será a dimensão vertical real evitando enganos nas estimativas de valores tão críticos.
Esta régua também é utilizada para determinar o diâmetro de esferas presentes nos componentes aplicados em “overdentures”.
Após esterilização, verifique em qual orifício o componente melhor se adapta e informe a leitura marcada.
Com esta leitura é possível avaliar o modelo e dimensão do componente de modo a fornecer a reposição mais adequada.

  • 1 régua para aferição dimensional

Seja na odontologia clássica ou moderna os problemas para soluções avançadas são sempre os mesmos.

Precisamos de espaço. Precisamos de dimensão vertical para substituir a presença dos dentes naturais que foram perdidos por dentes de estoque ou ainda estruturas suporte com acabamento estético.

O problema é imediato. O paciente tem seus desejos quanto a reconstrução dental e não é sempre que se pode apresentar tal e qual o desejo do paciente.

Nestas condições, em primeiro momento, o dentista fica indefeso na hora de aceitar a demanda do paciente por uma solução. A internet contribui para o conhecimento das pessoas leigas e isto é muito bom. Por outro lado, o que está na internet, nem sempre está lastreado por informações complementares criando um escopo particular para o que está sendo mostrado. Aí começa a confusão.

Surge a necessidade de medir o espaço efetivo existente de forma objetiva para que o dentista possa inclusive mostrar ao paciente antes de mesmo de qualquer conduta que possa gerar problemas de relacionamento com o paciente.

O Calibrador CNG é uma ideia muito simples. Trata-se de uma pequena régua fabricada em cobalto cromo podendo ser colocada na autoclave ou mesmo usando métodos de desinfecção química sem qualquer problema.

Esta régua apresenta uma face com “degraus” com a altura do degrau em relação a face oposta reta. Em boca o dentista coloca a régua com o paciente em oclusão. A face reta tocando a gengiva do espaço protético e segue inserindo até que um degrau toque no antagonista. Por segurança se admite a medida imediatamente abaixo do degrau que tocou no dente antagonista.

Esta informação é fundamental particularmente no uso de attachments porque existe um vínculo em relação a dimensão vertical. Nos casos nos quais a reabilitação envolve inclusive os dentes remanescentes fica mais fácil porque se pode gerenciar a dimensão vertical. Por outro lado, nos casos em que os dentes remanescentes são íntegros, a dimensão está vinculada.

O uso do Calibrador CNG vai mais longe. No corpo da régua existem furos e estes furos são calibrados, ou seja, os diâmetros estão anotados, gravados na régua. Qual seria o uso destes furos?

O uso de implantes transformou o consultório dentário em uma micromecânica de precisão. Tudo agora tem parafuso. O implante tem rosca e parafuso também.

Quando o dentista está em ambiente seguro, ou seja, ele aplicou o implante e vai fazer a prótese o ambiente é seguro porque ele tem tudo devidamente anotado. Já no caso em que o paciente recebeu parte do tratamento com outro profissional, o problema começa. Nem sempre se tem acesso as informações necessárias e na hora do componente é um problema.

Toda identificação de componente começa por uma imagem da plataforma do implante, mas isso não é o bastante. É necessário uma informação consistente com medida precisa.

A forma de conseguir isso é medir o diâmetro do parafuso que fixa a prótese antiga ou ainda do próprio cicatrizador ou tapa implante que está no implante.

Se não tem parafuso nenhum o dentista precisa recorrer ao seu inventário de parafusos e pesquisar qual parafuso consegue rosquear no implante.

Seja de um jeito ou de outro, um parafuso que consiga rosca vai aparecer. Então é hora de medi-lo para seguir com identificação.

Usando a régua siga sempre do furo mais fino para o mais grosso tentando fazer passar pelo furo. Com certeza vai passar. O primeiro que o parafuso encaixar é a medida deste parafuso e a identificação está mais próxima de ser possível.

Note que o processo é muito simples e rápido e essencial para determinação da geometria de acoplamento do implante o que permitirá a seleção das peças apropriadas.

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